terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

O Exercício Físico e a Saúde


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A grande maioria dos médicos e dos gerontólogos apostam na atividade física como um fator promotor para saúde. São aconselhadas pequenas caminhadas, mesmo nos corredores dos hospitais, a pacientes que sofreram uma intervenção cirúrgica.

O exercício físico também é aconselhado para indivíduos com as mais variadas patologias. Traz diversos benefícios ao sistema respiratório e cardiovascular, fortalece os músculos, é bom para regularizar o intestino, baixar o colesterol, bem como combater e prevenir a obesidade. Também funciona como analgésico para combater as algias das articulações e fortalecer os ossos.
Homens como Charles Thiebauld e Pierre Sprumont estão a fazer investigações sobre as relações entre doenças como o cancro, a diabetes e até mesmo a doença de Alzheimer e a atividade física. O Hospital de Loma Linda, na Califórnia, não tem medido esforços nas investigações para encontrar a ligação entre o cancro e o sedentarismo. Se todas estas investigações forem positivamente provadas será um grande avanço para a medicina, a gerontologia e acima de tudo para a saúde da população mundial.

terça-feira, 20 de junho de 2017

Quantas horas devemos dormir?

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Ao longo da minha experiência no campo da gerontologia tenho observado que grande parte dos idosos têm as horas de sono trocadas, reclamam que dormem mal, têm sono leve e assim por diante. Pessoas que têm essas dificuldades recorrem a medicamentos, que de início são inofensivos, mas com o passar do tempo poderão provocar alguns efeitos colaterais e até mesmo dependência física ou psicológica.
Quantas horas necessita um idoso de dormir? Há muitos que defendem o conceito que um idoso não necessita de mais de 5 a 6 horas de sono. Entretanto, a Gerontologia aposta num conceito em que cada pessoa tem as suas necessidades únicas e cada caso deve ser avaliado individualmente. Assim, as horas de sono de um idoso devem ser exactamente as horas necessárias para a restauração das energias e recuperação da fadiga.
Não obstante é extremamente importante referir qual o período em que o sono mais traz benefícios para o corpo. Muitos estudos, como os de Handysides e Kuntaraf têm assegurado o conceito de Ellen White ao salientar que “o sono é muito mais valioso antes do que depois da meia-noite. Duas horas de bom sono antes das doze valem mais do que quatro horas depois das doze”. Isso dá-se pelo facto da melatonina, uma hormona produzido pela glândula pineal, aumentar a sua secreção com a escuridão. Essa hormona desenvolve um papel importante no nosso bem-estar

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Saúde ao ar livre

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A vida ao ar livre é boa para o corpo e a mente. É o remédio divino para a restauração da saúde. Ar puro, água potável, luz solar, as circundantes belezas da Natureza - são os Seus meios de restaurar o doente à saúde por processos naturais. Para o doente vale mais do que prata ou ouro estar à luz do Sol ou à sombra das árvores.
Concelho Sobre Saúde pag 166

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Programa Newstar - Qualidade de Vida


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Depressão

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Exercício Físico e Demências

Resultado de imagem para idoso exercicioOs benefícios da actividade física também são importantes no desenvolvimento cognitivo da pessoa idosa. Para Negreiros (2007) “o envelhecimento do sistema nervoso […] constitui um dos maiores desafios clínicos no actual estágio científico”. O retardamento das perdas das funções de aprendizagem no sénior pode ser devido à actividade física. Segundo esta linha de pensamento o exercício físico periódico actua como chave primordial que retarda as causas do envelhecimento, principalmente no que se refere às funções cognitivas.
Os idosos que praticam actividades físicas apresentam mais irrigação sanguínea no cérebro e um menor grau do declínio das funções cognitivas comparado com idosos sedentários. Laurim (apud Negreiros 2007) indica que “pesquisas actuais mostram que actividades físicas como caminhar e praticar desportos representam um significativo factor de protecção para prejuízos cognitivos e o surgimento de demências”.